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Killologia Aplicada: Preparando a mente para o combate


O homem comum preso dentro do mundo simbólico institucionalizado (religião, leis, segurança pública, ideologias do politicamente correto) ele renegou o seu direito natural de legítima defesa. E se afastou física, emocional e psicologicamente da ideia de pronta resposta extrema a indivíduos que possa em risco a sua vida.


Metabolicamente também encontramos o conflito, o corpo devido a descarga adrenergetica o corpo responde de maneira frenética, para estimular o individuo a fugir ou lutar. Mas devido a ilusão de um Estado constituído provedor, o seu instinto o leva a fugir e virar as costas para o perigo, mesmo que isso represente a morte de sua família.



Observação importante: As informações presentes nesta matéria são para o público maior de 18 anos, para fins de conhecimento didático, e treinamento combativo baseado na legítima defesa e estrito comprimento legal que estão em nossa constituição e Código Penal. O uso indevido dessas informações, bem como suas consequências é de responsabilidade única e exclusivamente de quem praticar e desobedecer a lei. Então use o cérebro.

Depois de ler a mensagem acima podem iniciar a leitura do artigo abaixo:



1. Mindset Combativo

Felizmente para nós preparadores, sobrevivencialistas e combatentes urbanos, que conhecemos a nossa responsabilidade para com nossas vidas e de nossa família, existem formas como bem demonstrou o autor Tenente coronel Dave Grossman em suas obra “The Killing” para acabarmos com essa programação que inibe as ações extremas do guerreiro contra o inimigo. Armas foram desenvolvidas, baseadas nas fraquezas físicas inerentes aos seres humanos, para aumentar a força, a mobilidade, a distância e a proteção do combatente. Assim Grossman dentro de suas teorias e técnicas na psicologia do combate extremos consegue tornar a mente mais efetiva em tais situações operativas.

Dave Grossman em uma de suas palestras para operacionais.


Distância física e mobilidade permitem matar. No entanto, matar à distância também diminui o impacto psicológico no alvo, portanto, a obediência de um inimigo é mais difícil de obter por meio de ataques de longo alcance, como ataques aéreos ou artilharia, embora se deva observar que, segundo Grossman, a pesquisa mostrou a precisão de uma arma influencia diretamente sua potência psicológica.

No entanto, historicamente, muito do assassinato que acontece no campo de batalha ocorre quando um lado está fugindo. Grossman acredita nisso por duas razões: primeiro, a humanidade das vítimas é diminuída quando seus olhos e face não são visíveis, e segundo, que há uma necessidade profunda (como os cães) de perseguir quando um alvo foge.


Fisicamente, é preciso estar livre de fatores estressantes, como desidratação, fome e, principalmente, falta de sono para poder funcionar de maneira eficaz. O treinamento repetitivo, a inoculação de estresse e a respiração tática podem ajudar a evitar ser totalmente ultrapassado pelo estímulo do momento. Após os interrogatórios, os sobreviventes, testemunhas e vítimas podem processar o evento e desvincular as emoções das ações. Exercício físico pode ser usado para queimar hormônios do estresse. Dave Grossman apresenta um argumento convincente de que é importante estar preparado para reconhecer e agir sobre as respostas psicológicas e fisiológicas ao estresse e à violência extremos. Desenvolveu em sua teoria de matar em conflitos extremos, três principais formas de treinar um soldado para o combate mortal como veremos a seguir de forma detalhada cada uma:


. Dessensibilização e brutalização;

. Condicionamento clássico;

. Condicionamento operante.



Dessensibilização e brutalização:

Na imagem acima, na série The Walking Dead, nesta cena Rick Grimmes não vê os detentos da prisão como pessoas, mas como ameaças que poderiam atacar as mulheres e crianças do se grupo de sobreviventes, que estavam se abrigando lá. Distanciamento e negação da humanidade do indivíduos é a chave para a brutalização e a perda da sensibilidade moral. Vamos pegar o exemplo acima do homem do sitio que teve sua família atacada. Sabendo o que aconteceu com ele, acontece todos os dias e a todo o momento em nosso país, em todo seu território, sendo 60.000 vítimas de homicídio. Será muito mais fácil para você fazer o seu treinamento tático (tiro, defesa pessoal), se enxerga-los pelo que são, monstros. Nos manuais de termos sobrevivencialistas vemos o termo zumbis, para designar os predadores urbanos. E você em seu treino de autodefesa deve vê-los assim.


Ao contrário da visão humanista marxista do excluído cultural e socialmente, enxergue perigos que possam surgir com a intenção de te matar e destruir tudo que ama pelo que são monstros. Dê a eles a nomenclatura que quiser: Monstros, zumbis, lobos, etc. O importante é definir que não são humanos. Eles não tem emoções e nem códigos de condutas morais, vivem apenas para satisfazer os seus instintos, seja uso de entorpecentes, sexo, viver de ostentação ( corrente de ouro, motos, celulares caros), ou mesmo destaque em seu meio, usando armas, ou no comandando de uma boca e aterrorizando outros.

Na imagem acima corpo localizado, vítima de criminosos.


Grosman ensina, é mais fácil atacar o inimigo quando ele é negado sua humanidade básica usando termos como: Kraut, Jap, Dink, Gook, Haji ou Muj. Se o grupo participa da matança, a responsabilidade individual é diminuída. Da mesma forma, um soldado que segue as ordens recebe menos do fardo psicológico de suas ações, deixando um pouco da responsabilidade de sua liderança. Através do distanciamento seja ideológico, cultural, social, o soldado se isola da culpa do assassinato. Até mesmo a distâncias físicas e mecânicas contribuem para a negação da humanização da morte. Um bombardeio matando milhões é menos pessoal do que uma arma de fogo que por sua vez é menos pessoal do que uma faca, que por sua vez é menos pessoal do que um estrangulamento. Então psicologicamente o distanciamento e o fato de não vermos o rosto do inimigo também auxiliam na negação da humanidade.


Além da distância física e mecânica, o distanciamento cultural, moral e social diminui ainda mais a carga psicológica de matar. Os soldados nazistas foram capazes de infligir consistentemente mais 50% de baixas do que sofreram por causa de um programa muito calculado para garantir que eles eram racial e culturalmente superiores. No caso dos judeus, milhões de pessoas foram desumanizadas e abatidas como gado porque eram responsáveis pelos problemas econômicos alemães e estavam poluindo o pool genético do mestre ariano. Técnica hoje utilizado pelo grupo terrorista ISIS, veja o vídeo abaixo do abatedouro humano pertencente a esse grupo onde abatem e processam seres humanos como gados:


Nas imagens acima vemos o hediondo abatedouro humano ISIS, humanos são processados como gado, mortos e pendurados em ganchos.


Enfatizar as diferenças raciais ou étnicas de um inimigo, considerando-o menos inteligente ou humano, e então declarar que sua causa é ilegal ou imoral, capacitará segundo Dave Grossman, enormemente soldados e até mesmo civis a matarem. Assim, a distância e a negação são apenas parcialmente responsáveis. A maior parte desse imenso salto na vontade de matar é atribuída à dessensibilização e a uma combinação de condicionamento clássico e operante, como veremos a seguir.




O condicionamento clássico

O condicionamento clássico (pavloviano) é o sistema de recompensas pelo alto desempenho e a satisfação de ver o alvo cair com cada tiro. O condicionamento clássico é o tipo de condicionamento que o cão de Pavlov recebeu, aprendeu a associar uma coisa a outra: o toque do sino com comida. Daquele ponto em diante, o cão não podia ouvir a campainha sem salivando.


Os japoneses eram mestres em usar o condicionamento clássico com seus soldados. No início Segunda Guerra Mundial, prisioneiros chineses foram colocados de joelhos em uma vala com as mãos encadernado atrás deles. Um por um, jovens soldados japoneses sem sangue tiveram que entrar no Vala e baioneta "seu" prisioneiro até a morte. Essa é uma maneira brutal e horrível de ter que matar outro ser humano. Nas margens, havia um oficial que atiraria no Soldados japoneses se eles não matassem. Nas margens, todos os amigos dos soldados animá-los em sua violência. Depois, os soldados foram tratados com a melhor refeição que eles não tinham em meses, e tinham encontros amorosos com as chamadas "garotas de conforto". O resultado? Eles aprenderam associar cometer atos violentos com prazer.

Essa técnica é tão moralmente repreensível que há poucos exemplos dela em moderno treinamento militar dos EUA.


A cena acima, é do filme Laranja Mecânica, o psicopata Alexander Delarge, um assassino em massa, foi amarrado a uma cadeira e forçado a assistir a filmes violentos. Sem que ele soubesse, uma droga foi injetado nele que o deixava nauseado e ele sentou-se e amordaçou e vomitava quando assistia aos filmes com imagens violentas. Depois de centenas de repetições, ele começou a associar violência com náuseas e limitou sua capacidade de se envolver em violência.


Na vida real, foi feito a mesma experiência com soldados americanos, só que com objetivo inverso onde assistiam intermináveis sessões de vídeos de morte real e tortura. Com isso se tornaram combatentes mais objetivos e competentes. Essa técnica de violência e ganho pode ser emulado assistindo, filmes violentos do tipo gore, cenas de morte em jornais de noticias policiais, e jogos de vídeo games. Há estudos em abundância conectando o aumento da agressão com a exposição à TV e videogames violentos. Isso por que o cérebro não faz diferença entre o perigo real e o virtual no quesito matar e premio. Dai a necessidade das classificação etária dos jogos.



Condicionamento operante:

O terceiro método usado pelos militares é o condicionamento operante, um procedimento muito poderoso de estímulo-resposta. O conceito de “Condicionamento Operante” foi criado pelo escritor e psicólogo Burrhus Frederic Skinner. Este refere-se ao procedimento através do qual é modelada uma resposta no organismo através de reforço diferencial e aproximações sucessivas. É onde a resposta gera uma consequência e esta consequência afeta a sua probabilidade de ocorrer novamente; se a consequência for reforçadora, aumenta a probabilidade, se for punitiva, além de diminuir a probabilidade de sua ocorrência futura, gera outros efeitos colaterais. Este tipo de comportamento que tem como consequência um estímulo que afete sua frequência é chamado “Comportamento Operante”.


Na imagem acima, os reforços primários - como receber alimento ou ser aliviado de um choque elétrico - são intrinsecamente satisfatórios. Os reforços secundários são aprendidos. Se um rato numa caixa de Skinner aprende que uma luz sinaliza de maneira confiável que a comida está chegando, ele vai se empenhar em acender a luz. Dinheiro, boas notas, são exemplos de reforços secundários, cada um das quais está ligado a recompensas mais básicas.


Um exemplo pratico no uso combativo do condicionamento operante é a uso de simuladores de voo para treinar pilotos. Um piloto de linha aérea em treinamento senta na frente de um voo simulador para horas intermináveis e entorpecentes. Quando uma luz de aviso de estímulo particular continua, ele é ensinado a reagir de uma certa maneira. Quando outra luz de advertência acende, reação diferente é necessária estímulo-resposta, estímulo-resposta, estímulo-resposta.

A alta taxa de disparos no Vietnã seguiu o treinamento com dessensibilização e condicionamento operante. Silhuetas humanas substituíram alvos de bullseye em exercícios de tiro. Uma resposta reflexiva "tiro rápido" foi cultivada. Com isso equipes de metralhadoras também aumentam a taxa de disparos porque os indivíduos não podem simplesmente fingir que atiraram ou intencionalmente errar. Em combate aéreo, 1% dos pilotos fizeram mais de 30% das mortes; a maioria dos pilotos de caça nunca abateu um avião, talvez nunca tenha tentado.


No treinamento da força especial Russa, os Spetsnaz, passam por um treinamento extremamente rigoroso e pesado, o mais próximo da realidade possível, para que seus membros serem condicionados a resistir a dor, e fraquezas e combaterem para concluírem o seu objetivo operacional.

Na imagem acima os Spetsnaz, um dos melhores grupos operacionais bem treinados no mundo, justamente por levar em conta a realidade em seus treinos.


Equipes de metralhadoras também aumentam a taxa de disparos porque os indivíduos não podem simplesmente fingir que atiraram ou intencionalmente errar.

Outro exemplo: Um dia, o piloto está realmente pilotando um jumbo, o avião está caindo e 300 pessoas estão gritando atrás dele. Ele está molhando a almofada do assento e está assustado, mas ele faz a coisa certa. Por quê? Porque ele foi condicionado a responder em um particular caminho para esta situação de crise. Quando as pessoas estão com medo ou com raiva, elas farão o que foram condicionadas a fazer. Nós fazemos isso com crianças em exercícios de incêndio. Quando o alarme de incêndio é acionado, as crianças aprendem a sair da escola de maneira ordenada. Um dia há um incêndio real e eles estão assustados fora de seu juízo, mas eles fazem exatamente o que eles foram condicionados a fazer, e isso salva a vida deles.


Os militares e a comunidade de aplicação da lei fizeram matar um condicionamento resposta. Isso aumentou substancialmente a taxa de disparos no campo de batalha moderno. Enquanto que O treinamento de alvos na Segunda Guerra Mundial usou alvos bullseye, agora os soldados aprendem a atirar em silhuetas realistas, em forma de homem, que surgem em seu campo de visão. Essa é a condicionada estímulo. Os soldados só têm uma fração de segundo para acertar o alvo. O condicionado resposta é atirar no alvo e vê-lo cair. Estímulo-resposta, soldados ou policiais experimentam centenas de repetições disso, para chegar a perfeição de reação aos estímulos no momento do combate.

Então quando soldados estão no campo de batalha, ou policiais estão dando uma batida e alguém aparece com uma arma, reflexivamente eles vão atirar. Segundo estudos graças a esse tipo de condicionamento , sabemos que 75 a 80 por cento do combate no campo de batalha moderno é o resultado deste tipo se treinamento de estímulo-resposta.

Segundo pesquisas filmes violentos, jogos, noticiários policiais podem auxiliar e muito em nossa resposta objetiva e fria aos estímulos violentos externos.

Grossman fala do poder dos games no processo mental de estimulo-resposta, devendo os pais tomar cuidado com jogos impróprio para crianças, pois elas estariam aprendendo o mesmo reflexo condicionado e habilidades motoras dos soldados. E ele nos cita um exemplo que acompanhou de perto:


"Eu era uma testemunha especialista em um caso de assassinato na Carolina do Sul tentando oferecer mitigação para um criança que estava enfrentando a pena de morte. Nós tentamos explicar ao júri que a interação Os videogames haviam condicionado essa criança a atirar com uma arma para matar. Ele colocou centenas de dólares em videogames aprendendo a apontar e disparar, apontar e disparar. Um dia, ele e um amigo dele decidiu que seria divertido roubar o mercado rápido local da encruzilhada.

Entraram e ele apontou uma pistola calibre 38 na cabeça do funcionário. O balconista Virou-se para olhá-lo, e o réu disparou reflexivamente de um alcance de cerca de um metro e oitenta.


A bala atingiu o balconista entre os olhos, o que é um tiro bem notável arma nesse intervalo, e matou esse pai de dois filhos. Depois, perguntamos ao garoto o que aconteceu e por que ele fez isso? Isso claramente não fazia parte do plano deles de matar o homem estava sendo filmado em seis direções diferentes. Ele disse: "Eu não sei, foi um erro, isso não deveria acontecer”.


"Nos mundos militar e policial, a opção certa geralmente é não atirar, mas você nunca, nunca coloque seu quarto aquela máquina de vídeo com a intenção de não filmar.”

Há sempre algum estímulo que o desencadeia. Quando este jovem estava animado, e seu ritmo cardíaco subiu, e a vasoconstrição se instalou, e seu prosencéfalo fechou, ele fez exatamente o que ele estava condicionado a fazer: ele puxou o gatilho reflexivamente, atirando e atirando com precisão, assim como todas as vezes que ele jogou videogames. Este processo de estímulo-resposta é extraordinariamente poderoso e assustador. "



Uma das crianças supostamente envolvido em tiroteios em Jonesboro - e eles são apenas as crianças tinham muita experiência em disparar armas reais. O outro filho era um não atirador e, no melhor de nosso conhecimento, quase não tinha experiência em fotografar. Entre eles, as duas crianças dispararam 27 tiros de mais de 100 jardas e atingiram 15 pessoas. Isso é muito notável tiro. Nós nos deparamos muito com essas situações: crianças que nunca pegou uma arma em suas vidas pegar uma arma real e são incrivelmente preciso e eficiente com essa arma.



Se condicionando para situações extremas de autodefesa


Então como vimos acima as três principais técnicas operativas para condicionamento psicológico em situações extremas:


Dessensibilização e brutalização: É o distanciamento é a perda da empatia a figura do inimigo, tirando a sua humanidade, criando uma visão de um ser vil e inferior, moralmente, culturalmente.


O condicionamento clássico (pavloviano): é o sistema de recompensas pelo alto desempenho e a satisfação de ver o alvo cair com cada tiro.


O condicionamento operante (pioneiro de BF Skinner): é usado para converter o disparo em e matar o inimigo em questão de reflexo. O Soldado vê o inimigo, dispara e o inimigo cai exatamente como acontece no alcance do alvo.

Grossman entrevistou muitos veteranos que afirmam que suas mortes foram em grande parte reflexivas - eles não pensaram até depois do ato já ter sido cometido. Isso representa uma doutrinação militar bem-sucedida para matar em termos de dessensibilização e condicionamento. Nas forças armadas, você é imediatamente confrontado com um modelo: seu sargento de treinamento. Ele personifica violência e agressão. Junto com heróis militares, esse tipo de violência modelos de papel sempre foram usados para influenciar mentes jovens e impressionáveis. É necessário evitar a negação de que coisas ruins acontecem e, em vez disso, pensar claramente sobre quais ações devem ser tomadas em situações de alta intensidade.


Treinar o mais realista possível é importante. Ações repetidas permitem que o guerreiro aja sem pensar, como se estivesse no "piloto automático". É realmente possível ficar com medo sem palavras. Ensaiando as palavras apropriadas pode impedir que isso ocorra. Um bom treinamento pode aumentar a confiança e tornar as pessoas menos suscetíveis aos efeitos do estresse extremo e da ansiedade que acompanha o desempenho. Grossman defende o que ele chama de "veteranos de pré-guerra", ou seja, indivíduos que passaram por um treinamento que foi suficientemente estressante para prepará-los para os compromissos da vida real. Durante o treinamento militar e policial, um indivíduo não deve perder. Nos encontros de vida ou morte, a perda equivale à morte, portanto, o treinamento não deve terminar até que o treinando tenha completado quaisquer objetivos que indiquem sobrevivência no teste. Agora veja as dicas que você pode adotar no seu dia a dia para conseguir os objetivos acima:


a. Faça treinamento de autodefesa mais próximo da realidade que encontrará na rua;


b. Faça cursos táticos de tiro defensivo, ofensivo, e técnica de progressão tática;


c. Jogos de vídeo games de tiro de primeira e terceira pessoa são comprovadamente estimuladores do condicionamento operativo estimulo-resposta, já que o cérebro não vê diferença entre o adversário real, e o virtual na resposta instintiva;


d. Assista a telejornais policiais, e veja cenas reais de roubo e morte de vitimas de assalto;


e. Assista a filmes violentos, especialmente os do tipo gore, as pessoas que assistem a esses filmes são comprovadamente menos sensíveis a imagens reais de acidentes fatais, e mortes no geral.


f. Desumanize os criminosos, esqueça a bobagem de roubar por necessidade, crime famélico (roubar por necessidade) pois isso não existe na sociedade, uma vez que tem vários abrigos e instituições que fazem distribuição de alimentos e caridades.


Nos EUA os manuais com termos para preparadores sobrevivencialistas chamam predadores humanos de Zombies. O crime em nossa sociedade é cultural, visando, prestígio, poder e bens então desumanize a ideia de criminosos. Crie uma concepção de imagem do que são: monstros que matarão e estuprarão a sua família se pensar demais na hora de apertar o gatilho.


Lembre-se: O sobrevivencialista e combatente urbano faz seu próprio caminho, é o seu próprio mestre, não procure por um Mestre Yoda pra chamar de seu. Seja questionador, faça cursos em lugares credenciados com profissionais com experiência em área de segurança. Afinal autodefesa é um investimento para proteger a sua vida e daqueles que o cerca.


Conclusão

Como vimos acima não adianta apenas nos prepararmos fisicamente para o combate urbano. Um preparador, sobrevivencialista e combatente urbano tem que programar a sua mente para o pior cenário possível. Para que tenha respostas prontas, efetivas e brutais. Dave Grossman pesquisou e desenvolveu técnicas ao longo da sua carreira que auxiliam o combatente, a ser mais assertivo não vendo o inimigo como um igual pensando apenas automaticamente na missão: neutralizar o perigo e proteger sua vida, sua família e seus bens. Logicamente tudo isso respeitando a lei dentro dos quesitos legitima defesa e estrito cumprimento do dever legal.


Então comece agora a combinar as dicas acima com seu treinamento físico de combate para que mente e corpo se torne um o transformando em um guerreiro efetivo e completo. Bons Estudos.


Espero que tenham gostado. Dúvidas, sugestões, deixem nos comentários. Se gostaram de um curtir e compartilhem. Semper fi.


Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos


Colaboração:

Dr. David S.


E não esqueça de visitar nossa biblioteca sobrevivencialista virtual, clicando na imagem abaixo:



Sobreviva à tudo e à todos. Seja o seu próprio Mestre. Autodefesa levada à sério

Grupo Centro de Estudo MARS de Sobrevivencialismo Urbano


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Autor: Marcos Ribsantos

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